BREVE RESUMO SOBRE O SURTO DA DOENÇA MÃO-PÉ-BOCA
Contexto
As autoridades de saúde da África do Sul emitiram um comunicado de imprensa no passado dia 17 de fevereiro de 2025, em que reportaram a ocorrência de um surto da doença mão-pé-boca em crianças com idade inferior a 5 anos na Província de Kwazulu Natal. O surto foi reportado em algumas escolas primárias e centros infantis com um cumulativo até ao momento (25 de Fevereiro) de cerca de 370 casos maioritariamente na área metropolitana de Durban.
Prevenção da doença mão-pé-boca
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- Reforço da higiene individual e colectiva, nomeadamente
- lavagem das mãos
- desinfecção regular das superfícies e
- evitar a partilha de objectos, utensílios e refeições entre crianças nos locais com surto.
- Evitar o contacto directo com crianças doente
- Reforço da higiene individual e colectiva, nomeadamente
RECOMENDAÇÕES ÀS ESCOLAS E CRECHES
Não se recomenda o encerramento das escolas ou centros infantis com surto activo, pois as consequências do encerramento das escolas para a educação das crianças são mais graves.
A doença mão-pé-boca é geralmente leve, as crianças podem continuar a frequentar a creche e a escola, desde que:
- Não tenham febre.
- Se sintam bem o suficiente para participar nas aulas.
- Não tenham secreções salivares excessiva devido a feridas na boca.
Se ainda tiver dúvidas sobre quando a criança pode regressar, consulte o profissional de saúde.
Perguntas frequentes sobre a doença mão-pé-boca
2. Como é feito o diagnóstico da doença mão-pé-boca?
Resposta: Na maior parte dos casos o diagnóstico da doença mão-pé-boca é clínico, isto é, através da avaliação dos sinais e sintomas que a pessoa infectada apresenta. Nos casos graves, podem ser colhidas amostras da garganta ou de fezes para processamento no laboratório.
3. Temos vacina disponível para a doença mão-pé-boca?
Resposta: Existe uma vacina para a prevenção da doença mão-pé-boca que protege contra o enterovírus 71 (EV71). No entanto, não oferece protecção contra outros vírus que também causam a doença.